Domingo de Diário do Poder

  • A vulnerabilidade do Ministério das Relações Exteriores, que permitiu recente invasão de hackers, destruiu a confiança nas comunicações da Casa. O problema decorre da falta de investimentos e dos constantes cortes de recursos ordenados pela presidenta Dilma. Embaixadas e consulados agora preferem trocar informações de Estado, reservadas, por meio de Gmail, Hotmail ou Yahoo, que acham mais confiáveis.
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  • Dilma materializa seu pouco-caso por diplomatas cortando-lhes as verbas, como se pretendesse matar o Itamaraty de inanição.
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  • Diplomatas morrem de medo de retaliações, e tratam os números da pindaíba, na área de tecnologia, como “segredo de Estado”.
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  • O Itamaraty avisou que só forçado pela Lei de Acesso à Informação dirá os valores destinados ou retirados da sua área de tecnologia.
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  • O desprezo de Dilma pelos diplomatas é correspondido. Referem-se a ela, no serpentário, até por e-mail, com apelidos impublicáveis.
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  • Em pleno ano eleitoral, o governo Dilma havia distribuído até abril R$ 8,45 bilhões a famílias “em condição de pobreza e extrema pobreza”, segundo dados do Portal Transparência. Somados os gastos de maio à conta da Bolsa Família, o total dispara para R$ 10,54 bilhões. A Bahia, do correligionário petista Jacques Wagner, não é o maior Estado, mas foi o que mais recebeu verbas do programa em 2014: R$ 1,36 bilhão.
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  • Se continuar no mesmo ritmo, Dilma deve gastar com o Bolsa Família, no seu último ano de governo, quase o dobro do governo Lula.
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  • Habituados ao sistema self-service, comum no exterior, gringos relutam em confiar as roupas a lavanderias convencionais para pegar depois.
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  • Até o relógio vira à esquerda na Bolívia. O presidente cocalero Evo Morales mandou trocar os polos Sul-Norte. Já poupa folha de coca.
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  • O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), sentou em cima da indicação de Bruno Dantas para ministro do Tribunal de Contas da União. A votação na Câmara deve ficar para o segundo semestre. Dantas é uma indicação do presidente do Senado, Renan Calheiros.
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  • Nem a animação da União da Juventude Socialista, durante a convenção nacional do PCdoB, conseguiu desfazer a cara amarrada do ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil).
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  • Dilma confundiu o nome do deputado constituinte Haroldo Lima (BA), um dos históricos do PCdoB, e o chamou de “Haroldo Silva”. Foi corrigida pela plateia. Lima presidiu a Agência Nacional de Petróleo.
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  • Alívio em Cuba, Fidel já tem substituto: o jornal oficial do partido comunista, o Granma, anunciou a descoberta de restos fósseis do período cretáceo, de 100 milhões de anos, na província Ciego de Ávila.
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  • Aliados de José Serra, que deseja sair para o Senado, veem o dedo do governador Geraldo Alckmin na candidatura avulsa do PTB. Alckmin trabalharia nos bastidores para manter comando do tucanato paulista.
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  • O presidente do PRB-AL, Galba Novais, será denunciado por traição. O ex-deputado Euclides Mello o acusa de se vender ao governo tucano de Alagoas em troca de um cargo na secretaria estadual de Pesca.
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  • O PV sonha eleger ao menos quinze deputados, a mesma bancada que tinha antes da crise aberta com a saída da ex-senadora Marina Silva, que deixou o partido para a tentativa frustrada de fundar a Rede.
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  • O Alvorada e o Planalto reservaram R$172,1 mil para renovar a cristaleira: além de panelas, pratos e utensílios diversos para a cozinha moderna, terá 10 kits-lavabo, “elegantes, de geometria em movimento”.
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  • Morder ela ainda não mordeu. Mas assessores vítimas dos esculachos sussurram nos corredores do Planalto o nome de “Dilma Suárez”.

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